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Análise de Demonstrações Financeiras - Introdução - Lucro Operacional

Publicação
01/01/2016
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Transcrição

Lucro operacional. Agora sim, nós vamos falar do lucro operacional. E é importante ressaltar que não existe um conceito único para lucro operacional. O lucro operacional não é normatizado. Não existe uma regra, um pronunciamento, uma lei que diga o que é lucro operacional. Então, cada autor, cada analista, cada entidade pode trabalhar de forma diferente com esses conceitos. Eu coloquei dois grandes conceitos sobre o lucro operacional. Um é o lucro operacional amplo. O lucro operacional amplo é o lucro proveniente dos ativos. Ou seja, a gente exclui apenas as despesas financeiras e os seus efeitos na tributação, pois as despesas financeiras são resultado do passivo e não resultado do ativo. A gente poderia dizer aqui, em vez de lucro operacional, a gente podia chamar esse lucro operacional amplo de lucro dos ativos, por exemplo. É, o termo não é tão utilizado, mas ficaria mais claro que esse é um lucro que engloba tudo que é produzido pelos ativos e que exclui as despesas financeiras e o efeito tributário dessas despesas financeiras. Já o lucro operacional restrito é um conceito mais rigoroso e gerencial, por que a gente faz ajustes neste número. Permite que seja avaliado o desempenho econômico restrito à atividade objeto de uma entidade. Então, exclui-se, além das despesas com juros, as receitas financeiras e o resultado de equivalência patrimonial, por exemplo. Esse é um exemplo de lucro operacional restrito. Um lucro operacional restrito de uma instituição financeira, por exemplo, não vai excluir receitas financeiras. O lucro operacional de uma holding de uma empresa de participações não deveria excluir o resultado de equivalência patrimonial. Então, esse é apenas um exemplo que a literatura oferece. Lucro operacional bruto ou EBIT. Este talvez seja o conceito mais difundido. É o número que é mais chamado de lucro operacional pelos analistas ou pelos livros de análise de demonstrações financeiras. O EBIT (Earnings Before Interest and Taxes) é o lucro antes dos juros. O resultado financeiro dos impostos sobre a renda. E esse "númerozinho" é muito fácil de obter. Por que a gente, normalmente, já tem uma linha na demonstração de resultados, que é o resultado antes do resultado financeiro e dos impostos. Se você tiver dúvida, faça download da demonstração de resultados de uma empresa ou pega aquela que a gente está usando como exemplo, das lojas Renner. Observe que existe uma linha com resultado antes do resultado financeiro e antes dos tributos. Ele é o EBIT. Isso não é sinônimo de lucro operacional. É um dos números que a gente pode utilizar com esse significado, como uma proxy de lucro operacional. Ele é bastante prático, justamente por que ele já está pronto. A gente não precisa fazer nenhum cálculo para chegar no EBIT. Importante lembrar que ele é utilizado como uma métrica de resultado operacional e é uma métrica bruta de impostos. O que quer dizer isso? Quer dizer que a gente ainda não descontou os impostos. Então, esse lucro operacional paga os acionistas, paga os credores, porque ele está antes das despesas financeiras. E ele também paga o governo, ele paga a tributação sobre a renda. Por que ele é antes de taxes, antes dos impostos. Olha como é fácil a gente encontrar o EBIT aqui na demonstração de resultados das lojas Renner. Linha 3.05, está lá destacado em "amarelinho", resultado antes do resultado financeiro e dos tributos. Esse é o EBIT de uma empresa aberta, muito fácil de usar. O lucro operacional líquido é bastante interessante, por que ele também é uma métrica fácil de obter. Normalmente, a gente pega o resultado operacional, pega esse EBIT e simplesmente exclui o efeito tributário sobre o EBIT. Não é que a gente faz algum cálculo complexo, que a gente analisa a tributação sobre cada um dos itens da DRE e separa o que é operacional, o que não é operacional. Não é isso. É uma simplificação. Normalmente, na análise de demonstração de resultados... Na análise de demonstrações financeiras de forma geral, a gente trabalha com simplificações. E aqui a simplificação que é feita é: pegamos o EBIT, multiplicamos por um, menos a alíquota de impostos. Aqui no Brasil é bastante comum a gente utilizar 34%, que é a soma da alíquota básica de imposto de renda, 15% do adicional do imposto de renda. Aí tem mais 10% e da contribuição social sobre o lucro líquido, que são mais 9%. Então, essa soma chega nos 34%. Isso vale para a maior parte dos negócios aqui no Brasil. Mas, se essa alíquota for diferente, como acontece em outros países, como acontece mesmo no Brasil, por exemplo, em instituição financeiras, se essa alíquota for diferente, basta você substituir. Multiplicar o EBIT por um, menos a alíquota apropriada dos impostos que incidem sobre o lucro. Esta também é uma métrica bastante utilizada como uma proxy de resultado operacional. Lembrando que ela é líquida de impostos. Nós estamos excluindo o efeito tributário sobre o resultado operacional. Uma aplicação importante do lucro operacional nas atividades de evaluation, de avaliação de empresas. Normalmente a gente trabalha com um fluxo de caixa que a gente chama de fluxo de caixa para os investidores. Tem um outro conceito que a gente chama de fluxo de caixa livre. Esses conceitos de fluxos de caixa nascem do resultado operacional. Então, se você vai avaliar uma empresa, é importante você, primeiro: Conhecer as demonstrações desta empresa. Você poder projetar resultados. Você projeta lucro. A partir do lucro operacional você vai chegar no fluxo de caixa para os investidores. Então, a "expressãozinha" que está nessa tela é explicada da seguinte forma. Nós temos um lucro operacional chamado de resultado operacional. Se você excluir o efeito tributário que está chamado de imposto operacional, você chega no NOPAT. É o conceito que nós acabamos de falar. Se você somar a depreciação... Por que somar a depreciação? A depreciação reflete o desgaste dos ativos ao longo do tempo, mas a depreciação não afeta o caixa daquele período específico que nós estamos analisando. Então, se você excluir esse efeito de depreciação, se você somar de volta essa depreciação, você está excluindo o efeito que ela teve no lucro do período e que não afetou o caixa do mesmo período. Nós fazemos isso, tiramos esse efeito da depreciação, por quê? Por que o caixa que é realizado investimentos é o fluxo que é utilizado na compra de um ativo imobilizado, de um ativo intangível, de um investimento. É o que eu chamei nesta "expressãozinha" de investimento em CAPEX. Esse investimento em CAPEX pode ser aquisição ou construção de ativo imobilizado, de ativo intangível ou de investimento. Então, nós estamos considerando o investimento como um fluxo negativo e, por isso, nós excluímos o desgaste do ativo que teve efeito na demonstração de resultados. Se nós não excluíssemos esse efeito de diluição da depreciação, do desgaste do ativo ao longo do tempo, nós estaríamos contando os investimentos em CAPEX duas vezes. Uma quando nós consideramos o fluxo de caixa dele e outra no lucro. Por que ele é diluído no lucro. No cálculo do fluxo de caixa para os investidores, nós temos que considerar também os investimentos em capital de giro. Investimento em capital de giro são os investimentos de curto prazo. Aqueles investimentos realizados em estoque, realizados em contas a receber. Quando você dá prazo para um cliente pagar, você está investindo dinheiro em contas a receber. Você já fez um investimento e está aguardando o cliente pagar. Então, isso é um investimento em giro também. Se você precisa de um mínimo de caixa para operar, isso também pode ser considerado um investimento em capital de giro. Então, essa "expressãozinha" parte do lucro operacional, exclui os impostos incidentes sobre o lucro operacional, ou seja, ele parte do conceito de NOPAT para chegar no fluxo de caixa para os investidores. Aqui temos um exemplo... um exemplo simples. Mas, pra gente, ele vai ser importante pra gente entender um pouco melhor essa questão de impostos incidentes sobre a renda. Algumas vezes, eles decorrem de atividades operacionais e algumas vezes eles decorrem da atividade financeira. Para entender um pouco melhor, vamos observar primeiro essa coluna da esquerda que retrata o resultado de uma empresa sem dívida. Vamos supor que essa empresa sem dívida teve um resultado operacional de 100. Como está demonstrado na tabela. Essa empresa não tem despesa financeira nenhuma, já que ela não tem dívida. Então, o LAIR, que a gente está usando com o significado de "Lucro antes dos impostos sobre a renda". Então, o lucro antes dos impostos sobre a renda é 100. Estamos considerando uma alíquota de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido de 34%. Então, 34% do LAIR de 100 dá exatamente 34. E aí, a gente chega no lucro líquido de 66. Vamos comparar essa coluna da empresa sem dívida com a coluna do meio de uma empresa com com dívida. Uma empresa com dívida que teve o mesmo resultado operacional de 100, mas uma despesa financeira de 5. Ela tem um lucro antes dos impostos sobre a renda de 95... 34% de 95 nos faz chegar em um imposto de 32,3. Se você fizer essa continha de 34% de 95 dá exatamente 32,3. E aí, a gente chega no lucro líquido de 62,7. A terceira coluna é de uma empresa com dívida. Um caso exatamente igual ao da coluna do meio. A empresa teve um resultado operacional de 100 e teve despesa financeira de 5. "Por que está escrito 3,3 aí na tabela?" Por que está escrito 3,3? Por que nesta tabela nós já descontamos o benefício fiscal da dívida. Ora, benefício fiscal da dívida? Benefício fiscal da dívida é o seguinte: Se a nossa empresa tivesse um resultado operacional de 100, como teve nas três colunas e nós tributássemos somente esse lucro operacional, como nós tributamos na empresa sem dívida, a da coluna da esquerda, nós teríamos impostos de 34. Com a dívida. A dívida gerou uma despesa, a despesa reduz a base de tributação de 100 para 95. Como está lá na coluna do meio. Isso faz com que a empresa pague menos impostos. Ao invés de pagar 34, a empresa da coluna do meio vai pagar apenas 32,3, ou seja, a tributação foi reduzida. E ela foi reduzida por quê? Por que a empresa tem despesa financeira. Então, essa redução nos impostos decorre da despesa financeira. A despesa financeira tem um benefício tributário, reduz a nossa base de tributação. Como que nós podemos calcular esse benefício fiscal? Se nós compararmos as duas colunas. A coluna da esquerda e a coluna do meio, se nós compararmos a linha de imposto de renda e contribuição social, nós vamos observar que tem uma diferença entre elas de 1,7. Calculou aí? 34 menos 32,3, temos uma diferença de 1,7. Então, a tributação diminuiu em 1,7 por causa da despesa financeira. Então, vamos voltar para a coluna da direita. A coluna da direita está mostrando que o resultado operacional da empresa é 100 e que o custo de captação, na verdade, não é 5. Ele é 5 menos 1,7, que é o benefício fiscal da dívida. Então, custo de captação da empresa é 3,3. O lucro antes dos impostos sobre a renda a gente não colocou para não confundir o que é base de tributação. Então, os impostos que estão aí, imposto de renda e contribuição social de 34, é somente um imposto operacional. O imposto operacional nessa coluna da direita é 34% de 100... 34% do resultado operacional. O imposto sobre a despesa financeira é 34% de 5. Aquele "valorzinho" que a gente calculou pela diferença do 34 pro 32,3 é exatamente 34% de 5... 34% da despesa financeira. Legal? É importante a gente ter ideia quando a gente está separando aqui resultado operacional, resultado financeiro, resultado dos ativos, resultado dos passivos. É importante a gente saber que a despesa financeira reduz a base de tributação da empresa, reduz a tributação como um todo. Então, ela própria tem um benefício fiscal. Isso nos faz chegar ao conceito de lucro operacional ajustado. É um conceito que eu gosto bastante para falar de lucro operacional. Lucro operacional ajustado, conceito que a gente vai trabalhar aqui. Nós vamos explicar a partir dessa demonstração de resultados simples, onde nós temos receitas de 100, custos de 40, lucro bruto de 60, que é a diferença das receitas e custos. Temos despesas e outras receitas operacionais de 32, o que nos faz chegar num "Lucro antes dos juros e dos impostos sobre a renda", que a sigla está em português, LAJIR. É a mesma coisa que EBIT. Chegamos no EBIT de 28. Estamos considerando que essa empresa não teve receitas financeiras, mas teve despesas financeiras de 18 num período. Logo, o lucro antes dos impostos sobre a renda é igual a 10. E se nós considerarmos uma hipótese que os impostos sobre a renda são tributados em 40%, nós teríamos 40% de 10. Ou seja, teríamos impostos de 4, o que nos faz chegar no lucro líquido de 6. Muito bem. Primeira coisa, vamos localizar as despesas financeiras. Elas estão lá, temos despesas financeiras de 18. Vamos fazer um exercício. Vamos excluir as despesas financeiras desse exemplo e vamos recalcular o lucro, desconsiderando essas despesas. Primeira coisa, olhe bem para essa demonstração de resultados. Veja que temos despesas financeiras de 18, lucro antes dos impostos de 10 e impostos de 4. Na próxima fotografia, as despesas financeiras foram excluídas. Então, a base de tributação, o lucro antes dos impostos sobre a renda aumentou, essa base aumentou pra 28. E, agora, 40% de 28 faz a gente chegar numa tributação de 11,2. A tributação antes era 4, agora passou para 11,2. Quer dizer o seguinte: quer dizer que aquelas despesas financeiras de 18 que a gente tinha no exemplo anterior, elas têm um benefício fiscal. E o tamanho desse benefício é justamente essa diferença do 11,2, que nós estamos enxergando nesta demonstração de resultados, para 4, que nós tínhamos no exemplo com despesa financeira. Ou seja, é uma diferença de 7,2. Note que o valor de impostos sobre a renda seria maior, pois as despesas financeiras são dedutíveis desta base. O benefício fiscal da dívida é a diferença entre o imposto calculado com e sem as despesas financeiras, mas ele também pode ser calculado de outra forma. Ele pode ser calculado diretamente. Você sabe que as despesas financeiras são da ordem de 18 e que a alíquota de impostos sobre a renda é de 40%. Então, o benefício fiscal da dívida é 40% de 18. Faz a gente chegar no mesmo 7,2. Então, neste exemplo, o benefício fiscal da dívida é de 7,2. O custo da dívida não é 18. O custo da dívida é 18 menos 7,2. O conceito de lucro operacional ajustado que nós vamos utilizar aqui é igual ao lucro líquido sem as despesas financeiras e sem o benefício fiscal da dívida. Ou seja, nós vamos partir do lucro líquido, vamos somar as despesas financeiras. Porque elas reduziram o lucro líquido. Observa nessa demonstração de resultados. Despesas financeiras são um número negativo. Então, nós vamos somá-las ao lucro líquido e, como o custo de captação não é 18, é menor do que 18, a gente tem que tirar e considerar o benefício fiscal da dívida. Uma expressão simples, para a gente calcular esse lucro operacional ajustado, é: Somando o lucro líquido, no nosso exemplo esse lucro é 6, vamos somar as despesas financeiras, que nosso exemplo é 18, e vamos multiplicar as despesas financeiras por 1 menos a alíquota de impostos, que nosso exemplo, é 40%. Fazendo esta "continha", nós chegamos no lucro operacional de 16,8. Este lucro é o lucro dos ativos. O que nós excluímos aqui? Nós excluímos exatamente o custo da dívida que é resultado do passivo e o benefício fiscal que a dívida traz. Esse conceito é bastante legal pra gente explicar a alavancagem. Esse conceito de lucro operacional ajustado é apresentado no livro "Análise didática das demonstrações contábeis", dos professores Eliseu Martins, Gilberto Miranda e Josedilton Diniz. Ele aparece de uma outra forma também no livro do professor Flávio Málaga, da editora Saint Paul, que é um livro que vários exemplos que a gente vai utilizar nesse curso, a gente vai recorrer a alguns conceitos do livro do professor Flávio Málaga. Essa questão de bibliografia, a gente vai trabalhar bastante com bibliografia diferentes, vamos transitar em livros do Eliseu Martins, Flávio Málaga, Alexandre Assaf Neto e outros autores. No final do curso nós temos toda essa bibliografia, caso você queira adquiri-la e aprofundar melhor algum conceito, essa bibliografia vai estar no final do curso. Se a gente utilizar essa demonstração de resultados que nós estamos usando como exemplo das lojas Renner, nós conseguimos calcular o lucro operacional ajustado facilmente. O lucro líquido é aquela última linha, está lá como resultado líquido das operações continuadas. As despesas financeiras também estão ali destacadas, estão lá com um sinal negativo. Para calcular esse lucro operacional ajustado nós vamos pegar o lucro, R$ 625 mil, vamos somar as despesas financeiras e multiplicar as despesas financeiras por 1 menos 0,34 que a gente está considerando de alíquota de impostos que incidem sobre a renda. O nosso lucro operacional ajustado é R$ 750.974,00 para o período de 2016.


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